Stefany Archangelo De Angelis

Ensaio 1 (17/03)

É crucial evidenciar o percurso básico dos processos, e os problemas associados, quando falamos de replicação, transcrição e tradução de DNA. Na replicação do DNA, um fragmento do genoma de “X” amostra é recortado e replicado, simplificando, uma cópia deste fragmento será feita. E por ser a primeira etapa do processo que irá traduzir uma proteína, os erros neste percurso não devem ser ignorados, pois uma alteração por origem química ou mecânica pode não ser corretamente excluído ou restaurado pelo mecanismo de reparo, interferindo nos processos seguintes. Entenda que o fim do processo é identificar uma trinca de bases nitrogenadas (denominado de códon) e cada trinca vai ser traduzido numa proteína de essencial importância para qualquer outro mecanismo ou fisiologia subsequente. Se o erro em qualquer das fases persistir na fita, será interpretado como uma mutação, podendo gerar conclusões errôneas dentro da análise molecular.

Revisão por Edgar Gamero (24/03/17):

Achei legal seu texto, porque você conseguiu plasmar de maneira sucinta e clara muita da informação abordada na aula. Agora:
• Ainda quando todos os mecanismos/processos que você abordou estão relacionados, eu não tivera incluído informação sobre a replicação do DNA. Eu tivera incluído informação sobre a transcrição para deixar o paragrafo mais ligado, já que é a primeira etapa da síntese proteica.
• A primeira passagem não ficou muito clara para mim, mas não tenha certeza se seja por meu nível de português. Quando eu li essa passagem, eu fiquei com a sensação de que estava sobrando alguma coisa para ligar de melhor maneira a sentencia.
• Na ultima passagem: “Se o erro em qualquer das fases persistir na fita, será interpretado como uma mutação, podendo gerar conclusões errôneas dentro da análise molecular” Eu acho que seria bom pôr de uma forma explicita como é que a mutação poderia gerar conclusões errôneas. Ainda quando da para entender que seria pelo fato que apareceriam substituições não fixadas na população, talvez não todos os leitores consigam ler entre linhas.
• Conceitualmente eu entendo que a replicação ocorre na molécula inteira de DNA. Inicia em fragmentos específicos (bolhas de replicação), mas eles “crescem” até juntar-se e criar uma copia da molécula de DNA inteira. E também aclarar que cada trinca vai codificar para um aminoácido, e vários aminoácidos vão formar a proteína. Porque lindo o texto pode-se mal interpretar que cada trinca vai ser traduzida numa proteína.
• Finalmente e seguindo as recomendações do professor, seria recomendável fazer algumas das sentencias mais cortas.

Ótimo!

Correção Ensaio 01

É crucial evidenciar o percurso básico dos processos, e os problemas associados, quando falamos de replicação, transcrição e tradução de DNA. Na replicação do DNA, um fragmento do genoma de “X” amostra é recortado e replicado. Simplificando, uma cópia deste fragmento será feita. A tradução é a primeira etapa do processo, e irá traduzir uma proteína. Os erros neste percurso não devem ser ignorados, pois uma alteração por origem química ou mecânica pode não ser corretamente excluído ou restaurado pelo mecanismo de reparo, interferindo nos processos seguintes. Entenda que o fim do processo é identificar uma trinca de bases nitrogenadas (denominado de códon) e cada trinca vai ser traduzido num aminoácido, e o conjunto destes aminoácidos irão formar uma proteína de essencial importância para qualquer outro mecanismo ou fisiologia subsequente. Se o erro em qualquer das fases persistir na fita, será interpretado como uma mutação, podendo gerar conclusões errôneas dentro da análise molecular.

Ensaio 2 (24/03)

O âmbito da análise molecular e filogenia agrega hoje a linha de pesquisa experimental. A Evolução Experimental permite acompanhar os processos com uma metodologia não muito complicada. Os organismos são submetidos a ambientes com estresse químico, limites físicos ou presença de predadores. E todas as alterações morfológicas ou moleculares são acompanhadas como um linha do tempo. O pesquisador vê o que está acontecendo e acompanha o processo. Desta forma é possível estimar parâmetros gênicos e acumulações de mutações, por exemplo. Essas análises de evolução experimental são feitas somente com organismos modelos, com tamanho e gerações definidas, e escalas de tempo.

Revisão por Edgar Gamero (31/03):
Eu achei o texto bastante claro, gostei que você usou sentencias curtas, e também achei legal a ordem na que você colocou suas ideias. Eu só teria cuidado ao falar de “metodologias não muito complexas”, porque é relativo. Gramaticalmente você colocou “um linha” no lugar de “uma linha”. Só como algo extra, eu tivera escrito a razão de porque são usadas tipicamente as espécies modelo, porque o leitor poderia ficar com essa dúvida. Mas, como eu já falei, achei o texto baste conciso e direto.

Ensaio 3 (31/03)

Publico alvo: Para uma colega que começou agora o mestrado.

A abordagem genética populacional vem ganhando espaço e maior frequência em analises de ecologia molecular e de conservação (Poll et al, 2010). Estas análises populacionais ajudam na compreensão de como uma população (hipotética de estudo) consegue se manter e qual seu tamanho efetivo. O tamanho efetivo da população é mensurado por quantos indivíduos de uma população estão efetivamente contribuindo geneticamente para a próxima população. Entretanto é necessário calcular esse tamanho efetivo de forma minuciosa, com metodologia definida em “ Effective populations size and patters of molecular Evolution and variation” de Brian Charlesworth (2009). Numa população ideal, todos indivíduos contribuem igualmente para a formação da próxima geração. Problemas com o equilíbrio entre machos e fêmeas, cruzamento e fluxo podem limitar o tamanho efetivo de sua população, mas esse aspecto será claramente exposto em seu resultado do tamanho da população efetiva.

Referência Bibliográfica:
Charlesworth, B.. (2009) Effective population size and patters of molecular Evolution and variation. Nature Reviews, Genetics. doi:10.1038/nrg2526
Pool, J. E., Hellmann, I., Jensen, D. J., Nielsen, R.. (2010). Population genetic inference from genomic sequence variation. Genome Research. 20(3): 291–300. doi:10.1101/gr.079509.108

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